(Re)começos | (Re)commencements | (Wieder)beginns

Saudações =)

Bom, o assunto desta vez é um que considero bastante interessante e, ao mesmo tempo, enigmático: recomeços. Ou seja, os momentos em que mudanças significativas aparecem, em que transformamos nossas formas de pensar e agir e, muitas vezes, passamos a enfrentar novos desafios. Esses momentos podem surgir pelos mais variados motivos: necessidades (relacionadas a trabalho, atividades acadêmicas, situação financeira…); sentimentos de estagnação e desejos de aperfeiçoamento; ou simplesmente curiosidade e vontade de mudar. É claro que ter esses pensamentos e refletir sobre essas possibilidades de vez em quando é natural, mas o que mais me intriga é o ponto específico em que se decide, de fato, recomeçar de alguma forma: qual é a força determinante que nos faz sair de nossa zona de conforto rumo ao desconhecido? E quanto àquela que restringe nossas opções a ponto de tornar medidas drásticas necessárias?

Logicamente, no primeiro caso, a análise dos benefícios que o novo caminho pode trazer para nós, além do inerente interesse humano por descobertas, tem um papel importante. No entanto, essas atitudes em si dificilmente seriam suficientes. A fim de vencer o comodismo e a ansiedade em ignorar um mundo de possibilidades que são mais familiares a nós, além de encontrar força de vontade para possíveis e potencialmente perturbadoras despedidas, algo mais é necessário, algo que incite coragem. É necessário, sob meu ponto de vista, aquilo que chamamos de esperança: a expectativa de que a nova possibilidade amplie nossos horizontes e traga experiências que não podem ser encontradas no ambiente já conhecido, que nos enriqueçam de uma maneira única. Ela está sem dúvida mais presente em certas pessoas do que em outras, mas se apresenta como essencial nessas ocasiões, instantes de decisão nos quais o estado de espírito do indivíduo se encontra particularmente favorável à esperança.

No segundo contexto, a resposta é, eu diria, ainda mais difícil. As forças que restringem nossas opções têm as mais diversas origens e na maioria das vezes aparentam estar totalmente fora do nosso controle. Em alguns casos, estas restrições, sob uma investigação mais minuciosa, não existem de fato, se aproximando mais de pensamentos incutidos em nós por convenções e modelos de comportamento do mundo e sociedade atuais. Nessas situações, basta, na verdade, que essas falsas imposições sejam notadas para que o recomeço em questão (geralmente doloroso) possa ser circundado e evitado com outras medidas. Já quando esse recomeço parece, mesmo que seus mais variados aspectos sejam levados em consideração, inevitável, nas situações em que pode ser argumentado que a pura falta de opções é o fator determinante, as forças que agem podem não trazer de fato nenhuma (ou quase nenhuma) consequência positiva para a pessoa. Nesse ponto somos levados a crer que a injustiça está ditando as regras. O futuro, no entanto, é uma incógnita importante ainda a ser considerada: oportunidades podem surgir mesmo no mais desmotivador dos cenários. Ademais, para sermos forçados a uma mudança negativa desse nível, é razoável supor que o estado anterior a ela contava com uma qualidade, no geral, satisfatória (caso contrário, o processo não pareceria uma injustiça). Não custa nada lembrar, portanto, que as condições de vida da média da população não são especialmente justas e que podem estar ainda bem aquém das proporcionadas pelo novo começo.

Certamente outros dirão que a força que age nesses casos é simplesmente o destino, mas a sua mera existência é tão controversa que já constitui assunto para outra vez…

Outro aspecto bem curioso de recomeços é o processo de adaptação às novas circunstâncias. As sensações de entusiasmo e assombro que podem aparecer são únicas, e os esforços empreendidos na inserção no novo ambiente desenvolvem habilidades que geralmente estavam esquecidas há tempos, além de tornarem perceptíveis detalhes sobre a pessoa em questão raramente percebidos de outra maneira. Também altamente enriquecedor é aprender sobre os recomeços de outras pessoas (seja no período em que acontecem ou posteriormente), uma experiência por meio da qual observa-se maneiras de superar obstáculos e atitudes frente à tomada de decisões como em poucas vezes no dia-a-dia.

Finalmente, após todas essas, por assim dizer, “fases” serem completadas, voltamos ao contexto do “cotidiano”, em que uma relativa planície é atingida e as surpresas já não ocorrem com tanta frequência (claramente essas continuam sendo uma parte importante da vida, contudo). Isso até passarmos a procurar (consciente ou inconscientemente) o próximo fator motivador de um recomeço. Não acredito, porém, que todos esses períodos, os quais alguém poderia até mesmo descrever como consideravelmente bem delineados, constituam um ciclo de qualquer natureza. Isso porque, ao finalizarmos um processo de recomeço, ganhamos experiência e passamos por alterações possivelmente bastante profundas, a ponto de transformar o modo como o próximo processo acontecerá, desde seu início. Dessa maneira, trata-se, afinal, não somente de um recomeço, mas sim de um verdadeiro novo começo, totalmente diferente daquilo já experimentado.

Até a próxima o/

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Greetings =)

Well, the subject this time is one that I consider quite interesting and simultaneously puzzling: recommencements. In other words, the moments in which significant changes appear, in which we transform our ways of thinking and behaving and often begin taking on new challenges. These moments can arise because of a variety of reasons: necessities (related to work, academical activities, financial situation…); feelings of stagnation and desire of improvement; or simply curiosity and the will to change. It’s clear that having these thoughts and reflecting about these possibilities now and then is natural, but what intrigues me the most is the specific point when it’s decided, in fact, to recommence in some way: what is the determinant force which leads us to leave our comfort zone toward the unknown? And what about the one which restricts our options to the point of making drastic measures necessary?

Logically, in the first case, the analysis of the benefits that the new path can bring us, in addition to the inherent human interest for discoveries, plays an important role. However, these positionings alone would hardly be sufficient. In order to overcome the self-indulgence and the anxiety of ignoring a world of possibilities which are more familiar to us, aside from to find willpower for possible and potentially troubling farewells, something else is necessary, something that incites courage. What’s necessary, from my point of view, is that which we call hope: the prospect that the new possibility broadens our horizons and brings experiences which cannot be found on the already known surroundings, which enrich us in a unique manner. Hope is without a doubt more present in some people than in others, but it presents itself as essential in these occasions, instants of decision in which the state of mind of the individual is particularly favourable to it.

In the second context the answer is, I would say, even harder. The forces which restrict our options have a great variety of origins and most of the time seem to be totally beyond our control. In some cases, these restrictions, under a more thorough investigation, do not indeed exist, and are more similar to thoughts instilled into us by conventions and behaviour models of our current world and society. In these situations, it suffices, in reality, that these false impositions are noticed in order for the recommencement in question (generally painful) to be bypassed and avoided with another measures. Yet when this recommencement seems, even if its most varied aspects are taken into account, inevitable, in the situations when it can be argued that the pure lack of options is the determinant factor, the operating forces may indeed bring about no (or almost no) positive consequences to the person. At this point we are lead to believe that it is injustice who’s dictating the rules. The future, however, is an important and still to be considered variable: opportunities may emerge even in the most demotivating of scenarios. Moreover, in order for us to be forced into a negative change of that level, it’s reasonable to suppose that the stage previous to it entailed a (mostly) satisfactory quality (othewise the process wouldn’t seem like an injustice). Therefore, it wouldn’t hurt to remember that the average life conditions of the population are not especially fair and that they can still be way worse than the ones provided by the new commencement.

Certainly some will say that the force which acts in these cases is simply destiny, but its mere existence is so controversial that it by itself constitutes a topic for another time…

Another pretty curious aspect of recommencements is the process of adaptation to new circumstances. The enthusiasm and astonishment sensations that can appear are unique, and the efforts undertaken for the insertion in the new surroundings develop abilities that had for the most part been forgotten for a long time, in addition to making details about the person in question perceptible, details which would rarely be perceived by other means. Something that’s also highly enriching is learning about the recommencements of other people (be it during the period when they happen or afterwards), an experience by means of which we observe ways of overcoming obstacles, as well as attitudes in the face of decision making, like few other times on our day to day.

Finally, after all these, so to say, “phases” are completed, we come back to the context of the “everyday”, in which a relative plain is reached and the surprises don’t happen as frequently anymore (clearly these are still an important part of life nevertheless). This continues until we go back to searching (consciously or unconsciously) for the next motivating factor of a recommencement. I don’t believe, however, that all these periods, which someone could even describe as considerably well delineated, constitute a cycle of any nature. That’s because, in ending a recommencement process, we gain experience and undergo possibly quite deep changes, up to the point of transforming the manner through which the next process will happen, from its beginning. Thus it comes to, after all, not only a recommencement, but a real new commencement, totally different from that which has already been experienced.

Until next time o/

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Servus =)

Also ist das Thema dieses Mal ein, das ich für durchaus interessant und gleichzeitig rätselhaft halte: Wiederbeginns. In anderen Wörtern: die Momente, in denen bedeutsame Veränderungen erscheinen, in denen wir unsere Weise von Denken und Verhalten verwandeln und oft damit anfangen, neue Herausforderungen zu übernehmen. Diese Momenten können aus einer Vielfalt von Gründen entstehen: Bedürfnisse (verbunden mit Arbeit, akademischen Aktivitäten, finanzieller Situation…); Gefühle von Stagnierung und Verlangen nach Verbesserung; oder einfach Neugier und die Lust zur Wandlung. Klar ist es natürlich, ab und zu diese Gedanken zu haben und über diese Möglichkeiten nachzudenken, aber was mich am meisten fasziniert ist der bestimmte Zeitpunkt, als es entschieden wird, tatsächlich in irgendeiner Weise wiederzubeginnen: was ist die bestimmende Kraft, die uns zum Verlassen der Bequemlichkeit unserer alten Sicherheiten in Richtung des Unbekanntes führt? Und was ist mit der, die unsere Optionen zu einem solchen Punkt beschränkt, in dem drastische Maßnahmen notwendig sind?

Selbstverständlich spielt im ersten Fall die Analyse der Nutzen, die der neue Weg uns bringen kann, zusätzlich zu dem innewohnenden Interesse des Menschens für Entdeckungen eine wichtige Rolle. Trotzdem wären diese Haltungen allein kaum genügend. Um die Hemmungslossigkeit und die Angst vom Vernachlässigen einer großen Anzahl von uns schon vertrauterer Möglichkeiten zu besiegen, außer um die Willenskraft zu möglichen und potenziell beunruhigenden Abschieden zu finden, ist noch etwas nötig, etwas, das Mut anregt. Das Nötig ist von meinem Standpunkt das, was wir Hoffnung nennen: die Aussicht, dass die neue Möglichkeit unsere Horizonte verbreitet und nicht in der schon bekannten Umgebung zu findende Erfahrungen bringt, Erfahungen die uns in einer einzigartigen Weise bereichern. Hoffnung is ohne Zweifel bemerkenswerter in einigen Personen als in anderen, aber es tritt in diesen Anlässen, Entscheidungsaugenblicke, in denen die Geistesverfassung des Einzelnes besonders begünstigend dafür ist, als wesentlich auf.

Im zweiten Zusammenhang ist die Antwort, ich würde sagen, noch schwieriger. Die unsere Optionen beschränkenden Kräfte haben eine großartige Vielfalt von Ursprungen und meistens scheinen, total außerhalb unserer Kontrolle zu liegen. In einigen Fällen existieren diese Beschränkungen, wenn es sorgfältiger untersucht wird, eigentlich nicht. Die sind also ähnlicher zu Gedanken, die an uns von Konventionen und Verhaltensmustern unserer gegenwärtigen Welt und Gesellschaft vermittelt wurden. In diesen Situationen genügt es in der Tat, dass diese falschen Auferlegungen bemerkt werden, um es zu ermöglichen, dass der (am meisten schmerzhafte) betreffende Wiederbeginn mit anderen Maßnahmen umgegangen und vermeidet wird. Wenn dieser Wiederbeginn dennoch unvermeidlich aussieht, sogar wenn seine ganzen verschiedenen Aspekten berücksichtigt werden, das heißt, in den Situationen, in denen es argumentiert werden kann, dass der reine Mangel an Optionen der bestimmende Faktor ist, können die agierenden Kräfte tatsächlich keine (oder fast keine) positive Folgen für die Person hervorrufen. Zu diesem Zeitpunkt werden wir zum Glaube geführt, dass Ungerechtigkeit die Regeln diktiert. Jedoch ist die Zukunft eine wichtige und noch zu berücksichtigende Variable: Gelegenheiten können selbst im demotivierendesten Szenario hervortreten. Außerdem ist es eine vernünftige Annahme, dass, um uns zu einer Änderung von diesem Niveau zu zwingen, die vorherige Etappe mit sich eine (meisten) befriedigende Qualität brachte (anderfalls würde der Prozess nicht wie eine Ungerechtigkeit aussehen). Also könnte die Erinnerung nicht schaden, dass die durchschnittlichen Lebensbedingungen der Bevölkerung nicht besonders fair sind, und dass die noch viel schlechter als die vom neuen Beginn gebotenen Bedingungen sein können.

Sicherlich werden einige sagen, dass die in diesen Fällen wirkende Kraft einfach das Schicksal ist, aber seine reine Existenz ist so umstritten, dass es von selbst ein Stoff für später konstituiert…

Ein anderer richtig merkwürdiger Aspekt von Wiederbeginns ist das Verfahren von Anpassung an neue Umstände. Die möglicherweise auftauchenden Sensationen von Begeisterung und Erstaunen sind eindeutig, und die für die Einfügung in die neue Umgebung übernommenen Anstrengungen entwickeln Fähigkeiten, die zumeist seit einer langen Zeit vergessen waren. Zudem machen diese Anstrengungen Details der betreffenden Person wahrnehmbar, Einzelheiten, die durch andere Mitteln kaum empfunden werden würden. Ein auch hoch bereicherndes Ding ist, von den Wiederbeginns anderer Leuten zu lernen (sei es wärend des Zeitraumes, in dem die laufen, oder nachher), eine Erfahrung, durch die wir Weise vom Überwinden von Hindernissen, sowie Haltungen vor dem Treffen von Entscheidungen beobachten, wie selten in unserem Alltag.

Zum Schluß, nach alle diese sozusagen “Phasen” fertig sind, kommen wir zurück zum Kontext vom “Alltag”, in dem ein relatives Flachland erreicht wird und die Überraschungen nicht mehr so häufig vorkommen (klar bleiben die noch als ein wichtiger Teil des Lebens auf jeden Fall). Das dauert, bis wir (bewusst oder unbewusst) zur Suche nach dem nächsten motivierenden Faktor eines Wiederbeginns zurückkommen. Ich glaube trotzdem nicht, dass alle diese Perioden, die jemand selbst als bedeutend gut abgegrenzte beschreiben könnte, einen Zyklus irgendeiner Art konstituieren. Das liegt daran, dass während des Abschließens eines Wiederbeginnvorgangs wir Erfahrung sammeln und eventuell wirklich tiefgreifenden Wandel erleben, bis zur Umwandlung der Weise, auf die der nächste Prozess vom Anfang an stattfinden wird. Somit geht es schließlich um nicht nur ein Wiederbeginn, sondern ein echter neuer Beginn, total anders von das, was schon durchgelebt wurde.

Auf Wiederschauen o/

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Equilíbrio | Balance | Gleichgewicht

Olá a todos =)

Aqui estou eu pra falar de um tema que acho especialmente importante para uma, por que não, existência plena: equilíbrio. Não só a idéia de manter-se em uma posição moderada ao lidar com as várias áreas da nossa vida (entretenimento, relacionamentos, estudos, trabalho, esporte…), tanto no dia-a-dia quanto em ocasiões específicas; mas também a receptividade a novas experiências, a procura pelo novo, a consciência de que sempre há mais a descobrir. Porque, assim, temos a oportunidade de experimentar situações que anteriormente nem imaginávamos como eram ou sobre as quais tínhamos uma visão bem limitada. Afinal, ignorar possibilidades tendo esse nível de conhecimento prévio não é uma atitude de fato equilibrada, certo?

Lógico que isso não significa que devemos gostar de ou ter vasta experiência em uma infinidade de áreas. Ninguém consegue “fazer tudo”. Aí é que entra a maneira como se lida com o tempo disponível pra cada um, assunto tão amplo que provavelmente precisaria de outro texto inteiro pra ser abordado. Mas continuando: além de não ser possível “fazer tudo”, as impressões que as atividades causam dependem invariavelmente do gosto pessoal, e nos manteremos de fato interessados em apenas uma porção delas. A questão é dar uma chance ao incomum e ao diferente e, caso a nova descoberta não agrade, tentar encontrar razões sensatas dentro do espectro de preferências particular para isso.

Com relação a essas razões, chegamos a outro ponto central da discussão: há certas coisas que valorizamos muito (podemos tomar, por exemplo, saúde e respeito, para algum caso particular) as quais podem nos levar a evitar certas situações mesmo sem considerável experiência anterior, o que é plenamente compreensível. As conseqüências devem ter um peso. Acredito apenas que devemos tentar discernir os motivos pelos quais interpretamos essas conseqüências de determinado modo. Não quero dizer se basear totalmente na razão e na lógica, isso não seria nada natural. Mas alguns sentimentos (ou percepções) que temos sobre certas ações podem, por exemplo, possuir origens evolucionárias ou sofrer forte influência da falta de familiaridade com a ação, ausência essa que obviamente desaparecerá depois; refletindo um pouco sobre isso, possivelmente chegamos à conclusão de que o posicionamento original de rejeição não é realmente aquele com que nos identificamos.

Ainda com relação a essa falta de familiaridade, acredito que é uma boa idéia tentarmos evitar generalizações nos momentos de primeiro contato com experiências de um determinado “grupo”. Quero dizer, não repudiar experiências similares porque elas nos parecem, no estágio de “novatos” naquela área (e, não custa lembrar, todos somos novatos em algum ponto), todas iguais. Afinal, não é porque alguém não gostou de um livro de terror que essa pessoa não gostaria de nenhum livro de ficção, ou mesmo de nenhum tipo de livro de terror. E não é porque a viagem para aquela cidade (a qual, segundo a maioria dos viajantes, seria incrível) foi entediante que nenhuma ida a lugares diferentes vale a pena.

Lembremos ainda que as coisas que valorizamos muito (citadas dois parágrafos atrás XP) podem ser a base de posicionamentos sobre, além de situações a serem evitadas, seletas atitudes as quais deveriam ser tomadas pelas pessoas para conservar o equilíbrio. Tomando meu caso (e aqui vale mais uma vez ressaltar a idéia do blog de “meiner Meinung nach”, ou “na minha opinião”), podemos citar, dentre outras, praticar atividade física (causa sensações gratificantes e únicas. Fora isso, saúde é essencial, certo?) e ter uma considerável curiosidade por cultura estrangeira (ninguém escolhe o país onde nasce =p).

Finalmente, queria dizer que estou plenamente consciente de que esse texto está bem distante de cobrir uma parcela significativa desse assunto tão vasto. Mas enfim, as palavras escritas aqui são somente uma tentativa de expor um pouco daquilo que penso. Ademais, acredito ter ainda um longo (certamente infindável, na verdade) caminho a percorrer na direção desses aspectos do equilíbrio (ou melhor, do equilíbrio como visto por mim). Sendo que, bom, podemos tentar XP

Até mais o/

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Hello, everyone =)

Here I am to speak about a theme which I find especially important for a, why not, fulfilling existence: balance. Not only the idea of keeping one’s self in a mild position when dealing with the various areas of our lives (entertainment, relationships, studies, work, sport…), in our day to day as well as in specific occasions; but also the openness to different experiences, the search for the new, the knowing that there is always something more to discover. That’s because, in that way, we have the opportunity to experiment situations which we couldn’t even imagine before or about which we had a very limited overview. After all, ignoring possibilities while having this level of previous knowledge is not really an attitude which demonstrates balance, right?

Logically this doesn’t mean that we have to like or have vast experience in an insurmountable amount of areas. Nobody can “do everything”. That’s where the the manner in which people deal with the time available for each of us comes into play, although this subject is so broad that it would probably need another entire text to be explored. Anyway, let’s continue: in addition to the fact that it is not possible to “do everything”, the impressions that activities give depend invariably on personal tastes, and we will indeed stick only to a fraction of them. The thing is giving a chance to the unusual and to the different, and, in case the new discovery does not please, trying to find sensible reasons in the person’s preference spectrum for that.

Regarding these reasons, we come to another central aspect of the discussion: there are some things which we value greatly (we can take, for example, health and respect, for some particular case) which can lead us to avoid certain situations even without considerable previous experience, something that is totally understandable. The consequences should have some importance. I believe, though, that we should try to discern the motives because of which we interpret these consequences in a given way. I do not mean taking only reason and logic in consideration, that wouldn’t be natural at all. But some feelings (or perceptions) we have about specific actions can, for example, possess evolutionary origins or be strongly influenced by the lack of familiarity with the action, an absence which will surely disappear later; if we reflect a bit on this, we possibly arrive at the conclusion that the original point of view of rejection is not really the one with which we identify ourselves.

Still concerning this lack of familiarity, I believe it to be a good idea for us to try to avoid generalizations in the moments when we are having the first contacts with experiences of a particular “group”. I mean, not dismissing similar experiences because they appear to us, while in the “novice” stage in that area (and, it’s worth remembering, all of us are “novices” at some point), all the same. After all, not liking a horror book doesn’t mean that the person in question would not like any fiction book, or even not like any type of horror book for that matter. And the fact that the trip to that city (which, according to most travelers, would be incredible) was tedious doesn’t imply that no travel to different places is worth it.

We should also consider that the things we value greatly (mentioned two paragraphs ago XP) can be the basis for points of view about, in addition to situations to be avoided, specific attitudes which should be adopted by people to maintain balance. Taking my case (and at this point the idea of the blog should be once more highlighted: “meiner Meinung nach”, or “in my opinion”), we may name, among others, practicing physical activity (causes gratifying and unique sensations. What’s more, health is essential, right?) and having considerable curiosity regarding foreign cultures (nobody chooses where to be born =p).

Finally, I’d like to say that I am completely conscious that this text is not even close of covering a significant section of such a vast matter. But anyway, the words which are written here are just an attempt of exposing some of what I think. Moreover, I believe I still have a long (certainly endless, actually) way to go on the direction of these aspects of balance (better still, of balance as seen by me). The thing is, well, we can try XP

See ya o/

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Hallo zusammen =)

Hier bin ich, um über ein Thema zu sprechen, das ich besonders wichtig für eine, warum nicht, erfüllende Existenz finde: Gleichgewicht. Nicht nur die Idee, sich in einer milden Position zu halten, wenn man sich mit den verschiedenen Bereichen unserer Leben (Unterhaltung, Beziehungen, Lernen, Arbeit, Sport…) im Alltag sowie in spezifischen Ereignissen beschäftigt; sondern auch die Offenheit für unterschiedliche Erfahrungen, die Suche für das Neu, das Wissen, dass es immer noch etwas zum entdecken gibt. Ich sage das, weil wir in dieser Weise die Gelegenheit haben, neue Situationen zu probieren, die wir uns gar nicht vorher vorstellen konnten, oder über die wir einen stark beschränkten Überblick hatten. Ich meine, dass es Möglichkeiten überzugehen, wenn man dieses Niveau vorheriges Wissen hat, nicht wirklich ein ausgeglichenes Verhältnis ist, oder?

Logisch bedeutet es nicht, dass wir eine riesigen Menge von Bereichen mögen müssen oder in diesen Bereichen unermesslichen Erfahrungen haben müssen. Niemand kann “alles machen”. Hier kommt die Weise, in der die Leute mit der sich verfügbaren Zeit behandeln, vor. Ein Stoff, der so breit ist, dass man vermutlich noch einen ganzen Text brauchen würde, um es zu erkunden. Lass uns aber weiter gehen: zusätzlich zu der Tatsache, dass es nicht möglich ist, “alles zu machen”, hängen die Eindrücke, die von Aktivitäten erweckt werden, unverändlich von persönlichen Vorlieben ab, und wir werden nur bei einer Fraktion von diesen Aktivitäten wahrlich bleiben. Der Schwerpunkt ist also, eine Chance dem Ungewöhnlich und dem Fremden zu geben, und in dem Fall, dass eine neue Entdeckung nicht der Person gefällt, vernünftige Gründe dafür im persönlichen Bevorzugungsspektrum versuchen zu finden.

In Bezug auf diese Gründe kommen wir zu anderem zentralen Aspekt der Besprechung: es gibt einige Dinge, die wir höchst schätzen (man könnte als Beispiel in einem bestimmten Fall Gesundheit und Rücksicht nehmen), die uns dazu bringen können, wählerische Situationen sogar ohne erhebliche vorherige Erfahrung zu vermeiden. Das ist ganz verständlich; die Folgen sollen etwas Wichtigkeit haben. Ich glaube trotzdem, dass wir die Motiven erkennen sollen, aufgrund deren wir diese Folge in einer bestimmten Weise deuten. Ich meine nicht damit, nur Vernunft und Logik zu betrachten, das wäre überhaupt nicht natürlich. Aber einige Gefühle (oder Wahrnemungen), die wir über spezifische Handlungen haben, können zum Beispiel evolutionäre Ursprünge besitzen oder stark beeinflusst von der Mangel von Vertrautheit mit der Handlung sein, eine Mangel, die später sicherlich verschwinden wird; wenn man darüber ein bisschen überlegt, kommt man möglicherweise zum Abschluss, dass der originale Ablehnung Standpunkt eigentlich nicht derjenige ist, mit dem man sich identifiziert.

Noch auf diese Mangel von Vertrautheit bezüglich glaube ich, dass eine gute Idee für uns ist, es zu versuchen, Verallgemeinerungen zu vermeiden, als wir die ersten Kontakten mit Erfahrungen von einer besonderen “Gruppe” haben. Ich meine, dass wir nicht ähnliche Erfahrungen abweisen sollen, nur, denn sie alle das Gleich uns aussehen, wenn man in der “Anfänger” Phase ist (es ist also sinnvoll, sich daran zu erinnern, dass wir allen irgendwann “Anfänger” sind). Beispielsweise, wenn ein Horror Buch nicht einer Person gefällt, bedeutet es nicht, dass kein Fiktion Buch dieser Person gefallen würde, und eigentlich auch nicht, dass kein Art von Horror Buch dem Betreffenden gefallen würde. Und die Tatsache, dass der Ausflug zu dieser Stadt (die, nach den Reisenden, wunderschön wäre) langweilig war, impliziert nicht, dass keine Reise zu verschiedenen Orten wertvoll ist.

Wir sollen es auch berücksichtigen, dass die von uns höchst geschätzt Dingen (vor zwei Absätze erwähnt XP) die Grundlagen von wichtigen Standpunkten sein können, die nicht nur sich auf von uns vermiedene Situationen beziehen, sondern auch auf spezifische Haltungen, die von Leuten adoptiert werden sollen, um das Gleichgewicht zu halten. Wenn man meinen Fall nimmt (und hier hebt man noch einmal die Idee des Bloges hervor: “meiner Meinung nach”), kann man unter anderen nennen: das Treiben von physikalischen Aktivitäten (es verursacht einzigartige und erfreuliche Gefühle. Außerdem ist Gesundheit lebenswichtig, oder?) und das Haben von erheblicher Neugierigkeit hinsichtlich fremder Kulturen (niemand wählt seinen Geburtsort aus =p).

Schließlich möchte ich sagen, dass es mir ganz bewusst ist, dass dieser Text nie die Leistung schaffen würde, einen bedeutenden Teil dieses überwiegendes Themas abzudecken. Auf jeden Fall sind die hier geschriebene Wörter nur ein Versuch, etwas von meinen Gedanken zu exponieren. Außerdem glaube ich, dass ich noch einen langen (eingentlich sicherlich unendlichen) Weg in der Richtung dieser Aspekten des Gleichgewichts (besser, des Gleichgewichts als es von mir gedeutet wird) laufen muss. Die Hauptsache ist aber, dass wir es versuchen können XP

Man sieht uns o/

Início | Start | Anfang

Olá, caros leitores =)

Bem, temos que começar de algum lugar, certo? Eu já tinha pensado algumas vezes em criar um blog, mas nunca tinha chegado a fazê-lo por uma miríade de razões. Então, admito que motivado em parte pela recente mudança de ambiente (com o intercâmbio e tudo o mais), resolvi finalmente torná-lo algo concreto. O plano, porém, não é que esse seja um blog de viagem ou algo do gênero (acredito que há meios melhores de mostrar fotos, etc.); os assuntos abordados deverão ser mais variados. Frequentemente, assuntos mais abrangentes, universais e gerais (filosóficos, talvez); outras vezes, logicamente, relacionados à cultura alemã (e européia em geral), à impressão que um certo brasileiro tem dela e das diferenças com relação à terra natal; outras ainda, referentes a entretenimento, esporte, tecnologia… ou a alguma outra dessas peças que fazem parte do misterioso quebra-cabeça que chamamos de vida  ^^

Explicando agora o nome (ou oS nomeS… XP): tive a idéia meio maluca de dar ao blog três deles, em três línguas diferentes, e que a princípio não têm relação direta entre si (não são traduções).  O primeiro, Viagens e Argumentos, em bom português, traz explicitamente a importância do intercâmbio e do viajar em geral (aliás, pra mim, uma das atividades mais enriquecedoras que existem) para o blog, ao mesmo tempo que mostra o seu viés principal, de expressar opiniões e os motivos por trás delas. Nesse sentido, a partir da contraposição com “argumentos”, a palavra “viagens” assume ainda outro significado, já que quem me conhece sabe que muitas vezes tenho pontos de vista um tanto quanto… distantes do comum XP

O segundo nome, Spinning Thoughts (algo como “pensamentos que giram”), procura mostrar,  na língua mundial, a ida e vinda de temas diferentes e posicionamentos opostos que vivencio e minhas tentativas  de conciliá-los, algo que certamente influenciará textos futuros.

O terceiro, Meiner Meinung Nach (algo como “na minha opinião”), expressão tipicamente alemã, reflete o meu (ainda limitado) conhecimento da língua e, ao mesmo tempo, curiosidade por ela. Além de lembrar mais uma vez que o que está aqui escrito é responsabilidade daquele que vos fala, ele exemplifica bem o posicionamento das palavras no idioma, muitas vezes um tanto quanto peculiar, um dos vários motivos pelos quais a língua me fascina.

Tudo isso reforça o foco do blog nos textos em si, e, em grande parte por causa disso, é fácil notar o  layout totalmente básico. A idéia é, desse modo, concentrar a atenção nas palavras.

Ademais, como já se pode suspeitar pelo(s) nome(s) e pelo título do primeiro post, os textos serão trilíngües (ao menos me esforçarei pra que sejam). Provavelmente terei algumas dificuldades (alemão, em especial, ainda não é exatamente natural pra mim), mas espero melhorar bastante. Assim posso, além de treinar minhas habilidades com línguas estrangeiras (área pela qual sempre me interessei), tornar o blog acessível para um maior número de pessoas =] A princípio a tradução será bastante livre, principalmente se algo disser respeito às línguas em si, quando inevitavelmente haverá perdas no processo; mas enfim, as possibilidades de cada língua são diferentes, de qualquer maneira.

Ah, sim, antes que o pessoal do japonês reclame, não, “日本語” (nihongo) não entra dessa vez, meus ínfimos conhecimentos tão bem aquém do necessário pra isso XP

Finalmente: bom, originalmente eu não pretendia fazer um post só de apresentação, como esse, mas acabou ficando maior do que eu esperava. Então por enquanto fica assim, tentarei logo mais escrever um “de verdade”  =p

Vitor

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Hello, dear readers =)

Well, we have got to start from somewhere, right? I had already thought about creating a blog before, but never really got around to doing it for a myriad of reasons. So, motivated, admittedly, by the recent change of ambience (because of the exchange program and all of that), I finally decided to turn it into something real. The plan, nevertheless, is not for this to be a travel blog or some such thing (I believe there are better ways to show photos, etc.); the addressed subjects will be more varied. Frequently, these will be broader, more universal and general topics; sometimes, obviously, ones related to German culture (and European culture in general), to the impression that a certain Brazilian has of it and to the differences between that and the situation in his home land; in other occasions still, ones referring to entertainment, sport, technology… or to another one of those pieces which are part of the mysterious puzzle that we call life ^^

Now explaining the name (or the nameS… XP): I had the kind of crazy idea to give the blog three of them, in three different languages, and that in principle do not have a direct relation to one another (they are not translations). The first, Viagens e Argumentos (which translates to “travels and arguments”), in my mother tongue (Portuguese), brings explicitly with it the importance of the exchange program and of travelling in general (which is for me, by the way, one of the most enriching experiences in existence) to the blog, at the same time that it shows the blog’s main bias, that of expressing opinions and the reasons behind those. Following this line of thought, the original word for travels (“Viagens”) also gets an extra meaning in Portuguese, which has something to do with outlandish ideas and such. That is only natural for people who know me, as they know my points of view are a lot of times just… not so common XP

The second name, Spinning Thoughts, tries to show, in the global language, the coming and going of different themes and opposite beliefs which I experience and my attempts to conciliate them, something that will certainly influence future texts.

The third name, Meiner Meinung Nach (which roughly means “in my opinion”), a typically German expression, reverberates my (still limited) knowledge of the language and, at the same time, curiosity about it. In addition to remembering us still one more time that what is written here is of  responsibility of the one who speaks to you, it exemplifies well the positioning of words in the German tongue, which is oftentimes somewhat peculiar and one of the various reasons because of which the language fascinates me.

All of these things reinforce the focus of the blog in the texts themselves, and, largely due to this, it is rather easy to notice the completely basic layout. The idea is to thereby concentrate attention in the words.

Moreover, as one may already suspect from the name(s) and from the title of the first post, the texts will be trilingual (at least I will try hard for them to be). I am probably going to have some difficulties (German, specifically, is not yet natural for me), but I hope to improve considerably. Thus I am able to, beyond praticing my skills in foreign languages (an area in which I have always been interested), make the blog accessible to a larger number of people =] In principle the translation will be quite free, above all if something regards the languages themselves, when there will inevitably be losses in the process; but alas, the possibilities of each language are different, anyhow.

Oh, and before the people from Japanese start to argue: no, “日本語” (nihongo) is not going to be included this time. My undermost knowledge with respect to that is far below what should be necessary XP

Finally: well, originally I did not intend to write an “introduction-only” post, such as this one, but it ended up bigger than I expected. So for the time being it stays that way, I will soon make a “real” one =p

Vitor

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Hallo, liebe Leser =)

Also, wir müssen irgendwie anfagen, oder? Ich hatte schon daran gedacht, ein Blog zu erstellen, aber wegen einer Myriade von Gründe konnte nicht das machen. Dann entschied ich endlich, dass es etwas real werden wird. Zugegeben wurde ich teilweise von der kürzlichen Änderung in Umgebung dazu motiviert (wegen des Austauschprogramms und alles). Trotzdem ist meiner Plan nicht, dass diese Seite ein Reiseblog oder so etwas wird (ich glaube, dass es bessere Mittel gibt, um Fotos anzuzeigen usw); die angesprochene Themen werden vielfältiger sein. Häufig werden sie breiteren, universaleren und allgemeineren (phlosophischen, vielleicht) Themen entsprechen; andere Zeiten werden sie offensichtlich mit deutscher Kultur (und Europäische Kultur im Allgemeinen), mit dem Eindruck, dass ein bestimmter Brasilianer von ihr hat, und mit den Unterschiede im Vergleich zu seiner Heimat verbunden sein; noch andere im Zusammenhang mit Unterhaltung, Sport, Technologie… oder mit anderen dieser Stücke, die Teilen des geheimnisvolles Rätsels, das wir Leben nennt, sind ^^

Jetzt erkläre ich den Name (oder DIE NameN XP): ich hatte die irgendwie verrückte Idee, dem Blog drei verschiedene Namen zu geben, auf drei verschiedene Sprachen. Sie haben außerdem grundsätzlich nichts miteinander zu tun (sind nicht Übersetzungen). Der erste, Viagens e Argumentos (der ungefähr “Reisen und Argumente” bedeutet), auf Portugiesisch, meine Muttersprache, äußert ausdrücklich die Wichtigkeit für das Blog des Austauschprogramms und des Reisens im Allgemeinen (das apropos meiner Meinung nach eine der bereichernden Aktivitäten in Existenz ist). Gleichzeitig zeigt es die Hauptverzerrung des Blogs, Meinungen und die Gründe für diese auszudrücken. In diesem Zusammenhang bekommt  das originelle Wort auf Portugiesich “Viagens” einen neuen Sinn, der etwas mit ausgefallenen Ideen zu tun hat. Es ist aber natürlich für Leute, die mich kennen, weil meine Standpunkte oft ein bisschen… ungewöhnlich sind XP

Der zweite, Spinning Thoughts (die in etwa “drehende Gedanken” übersetzt), versucht auf die globale Sprache es anzuzeigen, das Kommen und Gehen von verschiedenartigen Themen und entgegengesetzten Überzeugungen, das ich erlebe, und meine Unternehmen, sie zu beschwichtigen. Das wird sicherlich zukünftige Texte beeinflußen.

Der dritte, Meiner Meinung Nach, ein typisch deutscher Ausdruck, reflektiert mein (noch begrenzt) Wissen über die Sprache und gleichzeitig meine Neugier darauf. Zusätzlich dazu, es uns zu erinnern, dass derjnige, der zu euch spricht, verantwortlich für was hier geschrieben wird ist, veranschaulicht der Name gut die vielfach etwas eigenartige Positionierung der Wörter, die eine der vielerleien Ursachen entspricht, wegen der die Zunge mich fasziniert.

Alle dieser Beobachtungen verstärken den Begriff, dass die Texte selbst die Mittelpunkt des Blogs sind. Es ist hauptsächlich deswegen leicht, das völlige basische Layout zu bemerken. Die Idee ist, dass man dadurch überwiegend auf die Wörter achtet.

Zudem, wie man schon von den Namen und von dem Überschrift des ersten Beitrags vermuten kann, werden die Texte dreisprachige sein (ich werde zumindestens mich darum bemühen). Ich werde wahrscheinlich einige Schwierigkeiten treffen (besonders ist Deutsch für mich noch nicht selbstverständlich), aber ich hoffe, mich ziemlich zu bessern. Zusätzlich dazu, meine Fähigkeiten mit Fremdsprachen zu üben (ein Bereich dafür ich mich seit einer langen Zeit interessiere), kann ich so das Blog für eine größere Anzahl von Menschen zugänglich machen =] Meistens wird die Übersetzung sehr frei sein, vorwiegend wenn etwas mit den Sprachen selbst verbunden ist. In diesen Fällen wird es unvermeidlich Ausfälle geben, natürlich, aber tortzdem sind die Möglichkeiten von jeder Sprache auf jeden Fall verschiedene.

Eben, bevor die Leute von Japanisch sich beklagen, nein, “日本語” (nihongo) wird nicht dieses Mal enthalten. Meine unbedeutende Kenntnisse sind viel zu unter, was nötig dafür wäre XP

Schließlich: ich beabsichtigte zuerst nicht, einen Einführungsbeitrag wie diesen zu machen, aber es wurde größer, als ich vorgesehen hatte. Also bleibt das vorerst so, ich versuche es bald, eine “wirkliche” zu schreiben =p

Vitor